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sexta-feira, 6 de junho de 2014

Da série: eu não deveria postar porque não quero que você leia, mas sei que você não acessa meu blog.




Isso dói, sabe. É uma dor suave, mas, ainda assim, incomoda.
Fingo esquece-la, fingir que não dói mais.
Mas ainda dói pelo menos uma vez por dia, geralmente antes de dormir, ou quando minha mente se esvazia e se foca em você.
É engraçado. Nós nem nos falamos mais, mas eu ainda imagino e planejo nosso futuro juntos, e que tipo de coisas vamos fazer numa terça a noite, ou num domingo a tarde. Doce e triste ilusão.
É isso. É uma dor doce, essa que sinto. Parece que todos esses dias sem falar com você foram apenas um sonho ruim. (...) Doce e triste ilusão. Doce e amargo clichê, pelo qual eu anseio, mas repugno.
E, em meio a tantos devaneios, o fato é que eu ainda permito me alegrar com as lembranças, (...) eu ainda me permito ignorar todo o mal que você me fez, porque a maldita desesperada necessária esperança ainda vive. mesmo que em meio aos seus últimos suspiros de vida.
E eu tenho esperança de que a esperança viva, e se torne realidade.
Garotinha tola.





21h20min. de um dia qualquer.
Quase-aniversario.

2 comentários:

  1. Será que seria possível amar duas pessoas? Será que não é possível haver uma tríplice-alma? Jamais saberemos....

    RCSG.

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    Respostas
    1. Engraçado você tocar nesse assunto. Eu estou escrevendo um livro sobre uma tríplice-alma... HAHAHAHA. Quem sabe?

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