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sábado, 27 de julho de 2013

Silêncios.



Não preciso que entendam minhas palavras: posso eu mesma explicá-las, do jeito que melhor me convir.
Eu desejo que entendam meus silêncios. Os gritos que gritam silenciosamente tão alto dentro de mim e me calam a boca. E me paralisam os dedos. E me confundem por inteira



As palavras podem esconder desesperados silêncios.

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