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domingo, 24 de março de 2013

É, entendo esse pensamento!


"E eu, como estava dizendo, sempre quis ser dessas mulheres imperfuráveis, inatingíveis, inaudíveis e incompreensíveis.
Mas nunca consegui.
Quando vou ver, já contei minha vida pra primeira pessoa que me deu um pouco de atenção. Já to rindo alto no restaurante porque não me controlei e fiquei feliz demais. Já escrevi um texto sobre o fulaninho da terça passada. E o fulaninho ta morrendo de medo porque escrevi que gosto dele. E se alguém perguntar, vou dizer mesmo que goste dele. E se ele não gostar de mim, minha tristeza não será segredo para ninguém.
E quando vou ver, lá se foi a mulher misteriosa que eu gostaria tanto de ser.
Porque eu jamais poderia ser uma."


É, Tati Bernardi fala umas coisas com as quais eu me identifico...! Haha.

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