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sábado, 30 de março de 2013

I don't care what you think... ♫


"Eu disse:
Eu não me importo com o que você pensa,
contanto que seja sobre mim.

O melhor de nós pode encontrar a felicidade no sofrimento!
(...)
Oh, corra o risco, deixe o seu corpo adquirir tolerância..." ♫


Trecho da música I Don't Care,  Fall Out Boy

sexta-feira, 29 de março de 2013

Sobre a tal liberdade...



Também faço questão de liberdade, demais, mas não dessa liberdade limitada. Não dessa falsa liberdade a qual as pessoas se apegam só pra fugir, recuar, covardias.
Liberdade não é isso não. É coisa de gente corajosa!
Ser livre é ser quem você é, fazer o que você quer, sem se preocupar com o que os outros vão achar, falar, pensar.

Livre é quem liberta os sentimentos, as vontades e loucuras, quem se joga sem pensar!

Liberdade, meu bem, é essa saga de se jogar todo dia da pedra mais alta, de parapente. Voar por todo o céu, sem deixar de ter o pé no chão...
Livre é quem se veste como gosta, usa o cabelo como tá afim, assiste desenho e jornal, ama as músicas que ama, mesmo que o mundo ache cafona ou infantil. Gente que se permite, se impõe.
Liberdade não é isso que vocês banalizam, não é uma inimiga ou concorrente do amor.
A pessoa que escolhe, por amor, o mesmo parceiro todos os dias é muito mais livre do que quem se prende nessa jaula de ser sozinho e viver de vodka, porque só assim se é feliz.
Liberdade não é pouco não. É tudo!
Vocês é que tem um conceito muito equivocado sobre ser livre...


Retirado daqui

Ah, as grandes cinzas iluminadas cidades...



Tem algo sobre as grandes cidades que me fascina.
Algo sobre como as luzes brilham a noite...
Algo sobre como aquelas luzinhas acesas me fazem imaginar vidas inteiras, vidas vividas, vidas sonhadas.
Algo sobre como planejo a minha vida inteira em dois segundos quando me pego olhando para as luzes acessas da cidade. Ou para as estrelas no céu. Ou para a Lua. Ou para os carros em movimento. Ou para as vidas, as muitas vidas ali, sempre em movimento, em constante rota de colisão com o inevitável destino, com as inevitáveis escolhas...

Sabe, tem algo sobre as grandes cidades que me fascina: a constante mudança de coisas que estão sempre iguais. Tudo quase sempre permanece, mas nunca da mesma maneira.
Ah, a magia das grandes cinzas iluminadas cidades...!
Milhares de vidas cruzadas. Milhares de vidas desencontradas. Milhares de histórias irreais. Milhares de sonhos sonhados. Milhares de sonhos descartados. Milhares de pessoas juntas, e tão solitárias...

É, tem algo sobre as grandes cidades que me fascina. Me inspira.
Ah, as grandes cidades...
Um dia viverei em uma dessas lindas grandes cinzas iluminadas cidades.
Ah, os olhos sonhadores brilhando novamente...


29/03/2013

É um bom conselho...


E se você ficar sozinho,
pega a solidão
e dança.


segunda-feira, 25 de março de 2013

Tipo isso...


Por que é que uma folha caída ao chão, suja, pisada e amassada deveria se importar e se preocupar com o resto do caderno, que está intacto, preservado, cuidado?
Por que é que uma folha maltratada, quase rasgada, caída ao chão, deveria se preocupar com todas as outras 95 folhas do caderno, só porque elas estão um pouco amassadas?
(...)
A preocupação da folha caída ao chão não vai desamassar as bordas das 95 folhas quase perfeitamente intactas do caderno...

25/03/2013

Musiquinha viciante viu...


De vez em quando eu penso
em todas as vezes que você me ferrou...
Você me fazia acreditar que era sempre algo que eu tinha feito!
Mas eu não quero viver desse jeito,
interpretando tudo que você diz...
Você disse que poderia deixar isso passar,
e eu não te deixaria preso a alguém que você costumava conhecer...! 


Essa música não sai da minha cabeça. Haha...

domingo, 24 de março de 2013

É, entendo esse pensamento!


"E eu, como estava dizendo, sempre quis ser dessas mulheres imperfuráveis, inatingíveis, inaudíveis e incompreensíveis.
Mas nunca consegui.
Quando vou ver, já contei minha vida pra primeira pessoa que me deu um pouco de atenção. Já to rindo alto no restaurante porque não me controlei e fiquei feliz demais. Já escrevi um texto sobre o fulaninho da terça passada. E o fulaninho ta morrendo de medo porque escrevi que gosto dele. E se alguém perguntar, vou dizer mesmo que goste dele. E se ele não gostar de mim, minha tristeza não será segredo para ninguém.
E quando vou ver, lá se foi a mulher misteriosa que eu gostaria tanto de ser.
Porque eu jamais poderia ser uma."


É, Tati Bernardi fala umas coisas com as quais eu me identifico...! Haha.

Pensamentos dispersos da madrugada...


Seria eu uma princesa irreal vivendo em um mundo inventado?


Ou serei eu apenas uma tola garotinha sonhadora?


Acho que já sei a resposta.

(...)

Mas que mal há em acreditar?
Afinal, sou mesmo uma incurável otimista...

quarta-feira, 20 de março de 2013

19/03/2013 - Um mal necessário



Preciso de um abraço quente.
Um abraço que me faça parar de odiar esse insuportável frio. E essa sensação de estar sempre sozinha...
Preciso desse abraço.
Mas sei que mesmo que eu o tenha agora, não o poderei ter.
Não por completo.
(...)
Preciso do abraço que me aqueça a alma.
Preciso do abraço que fortaleça a garotinha sonhadora.
Preciso do abraço que algumas poucas vezes senti...

Mas... Onde encontrar tal abraço?
Não sei mais.

De fato, ele nunca existiu.
Sempre foi só uma ilusão, uma alegria necessária, temporária, inventada.

Um mal necessário.

Ilusões sinceras, para evitar a loucura iminente.
A loucura que me acomete cada dia mais...
Pois a cada dia que cresço, envelheço.
Envelheço e vou esquecendo que às vezes a ilusão é necessária pra alma.
Ora, não é a própria felicidade uma ilusão?



Preciso de um abraço que me conforte com a ilusão da felicidade.
Preciso de um abraço que me aqueça a alma, e a razão.
O coração?
Coitado! Esse ha muito já bate descompassado! Esse ha muito já anda desacreditado do presente e esperançoso apenas no distante futuro, ou no cruel e lindo destino...

(...)

Preciso da ilusão da felicidade,
até que num dia futuro, ela deixe de ser ilusão
e seja de fato.

Mas a minha maior certeza é de que eu não posso ter esse abraço.
Mesmo que eu o encontre, não posso aceitá-lo.
E o que não quero, mas também preciso, é de alguém que não esteja disposto a aceitar a rejeição iminente desse tal abraço...


(...)
Preciso de alguém inventado.
Um abraço inventado.
Uma ilusão, uma louca e linda ilusão inventada...



terça-feira, 12 de março de 2013

Mudei.


Mas quando sonho, sonho alto.
Estou aqui é pra viver, cair, aprender, levantar e seguir em frente.
Sou isso hoje...
Amanhã, já me reinventei.
Reinvento-me sempre que a vida pede um pouco mais de mim.
(...)
Sou complexa, sou mistura, sou mulher com cara de menina...
E vice-versa.
Me perco, me procuro e me acho.
E quando necessário, enlouqueço e deixo rolar...
(...)

Tati Bernardi

domingo, 3 de março de 2013

Acho que é isso...!


(...)
Não quero mais um amor.
Quero alguém que me entenda até nas horas que eu já não consigo fazer isso sozinha.
Não quero frases prontas, aliança e rosas vermelhas.
Quero um abraço em silêncio e com falta de ar.
Não quero ter que mostrar o caminho sozinha, quero aprender a não me importar tanto com a direção.
O cara dos meus sonhos sabe mais do que eu sobre a vida. É justamente isso que me faz querer estar sempre ao seu lado. Ele gosta dos pequenos e quase imperceptíveis detalhes. Enxerga os meus, e enquanto brigo por coisas bobas do cotidiano, os repara em silêncio. E nesses momentos, ignora absolutamente tudo que digo. Depois me beija causando uma amnésia temporária – até eu entender que não vale a pena ter sempre razão.
Não me importo tanto com a cor dos seus olhos. Mas me derreto pela maneira com que eles me encaram quando acham que estou distraída. Também não me importa com a cor dos cabelos. Torço é para que ele não seja tão cuidadoso com eles – vou adorar bagunçá-los quando estiver com tédio.
Ele faz carinho no meu braço enquanto durmo. Ama viajar e ir ao cinema. Tem orgulho dos meus sonhos e faz questão de nunca se tornar um obstáculo. Ele não tem histórias mal-resolvidas com ninguém do passado.


E é nessa mistura de tempos verbais, que desabafo sua improvável existência.
Ele não é príncipe, não é sapo e nem é meu. É do mundo.
Por isso vou dormir e acordar, até chegar a hora certa de vê-lo (ou revê-lo).
Quero estar pronta por dentro e por fora.
Pra no meio dessas grandes multidões de todo dia, a gente se esbarrar, olhar pra trás ao mesmo tempo e pensar: é você.