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sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Escritos de uma noite de julho de 2012.


“Eu só queria sair daquele lugar, eu queria ir para bem longe de todos, de tudo... Mas simplesmente era impossível. Simplesmente impossível...
Então eu tive que ficar.
Ficar com a dor, com as mágoas, com as lembranças...
Tive que ficar e sorrir, e fingir que tudo estava bem.
Mas, droga, nada estava bem,
e eu gritava a todo tempo, mas era um grito silencioso, e ninguém se importava o bastante para ouvi-lo.
E ai eu não sabia mais o que fazer. E as lágrimas eram minha única companhia. E eram companheiras fiéis, nunca me deixaram só naqueles momentos em que eu não tinha ninguém. A solidão me fazia companhia, junto com as insistentes e fiéis lágrimas...
Aquilo apenas doía demais...”

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