“Eu só queria sair daquele lugar, eu queria ir para bem
longe de todos, de tudo... Mas simplesmente era impossível. Simplesmente
impossível...
Então eu tive que ficar.
Ficar com a dor, com as mágoas, com
as lembranças...
Tive que ficar e sorrir, e fingir que tudo estava bem.
Mas,
droga, nada estava bem,
e eu gritava a todo tempo, mas era um grito silencioso,
e ninguém se importava o bastante para ouvi-lo.
E ai eu não sabia mais o que
fazer. E as lágrimas eram minha única companhia. E eram companheiras fiéis,
nunca me deixaram só naqueles momentos em que eu não tinha ninguém. A solidão
me fazia companhia, junto com as insistentes e fiéis lágrimas...
Aquilo apenas doía demais...”

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