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domingo, 27 de janeiro de 2013

25/01/2013




(...)

"Quão alto pode ser um grito silencioso?

Quão intenso pode ser um desejo cercado de esperança? Esperanças...
Doces e tolas esperanças.
Oh, cega esperança, desesperada confiança...
Oh, canção silenciosa que ecoa para fora de mim... Triste canção silenciosa. Tristes palavras não ditas. Triste esperança cega, triste otimismo tolo e necessário...
Oh, triste otimismo que me impede de ir à loucura!
Oh, triste otimismo que me faz ser uma boa garota, e esperar...
Boas garotas se dão bem no final. Mas sofrem no ‘durante’. Eu estou no durante. Não quero sofrer. Não quero esperar."

Entende meu dilema?



(Ps: esse é o primeiro post que faço depois de ter passado de 7000 acessos aqui no blog! Obrigada a você que acessa meu blog, de coração...! Eu gostaria de ter postado algo mais feliz, animado ou empolgante em homenagem aos mais de 7000 acessos aqui do blog, mas o momento em que estou passando pede coisas reflexivas... Hehehe.)

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Taylor Swift e suas maravilhosas musicas... :]


This path is reckless, and I like it...!


"Seu nome tem ecoado em minha mente,
e eu apenas pensei que você deveria saber...
(...)
Essa esperança é traiçoeira,
este sonho é perigoso.
Essa esperança é traiçoeira
Mas eu, eu gosto disso."


Forever going with the flow, but you’re friction... ♫




"I can’t decide if it’s a choice,
getting swept away.

I hear the sound of my own voice, asking you to stay..."

Til the gravity’s too much! ♫


"Put your lips close to mine,
as long as they don’t touch..."



Feelings so on...! :/

And that magic’s not here, no more...! ♫


O tempo não vai voar, é como se eu estivesse paralisada por ele.
Eu gostaria de ser o meu antigo "eu" de novo,
mas eu ainda continuo tentando encontrá-lo.

(...)

E agora você me enviou de volta as minhas coisas,
e eu fui pra casa sozinha...

Maybe I asked for too much... ♫


(...)
So casually cruel, in the name of being honest!
I’m a crumpled up piece of paper lying here,
cause I remember it all too well...

I remember it, all too well... ♫


"And I might be okay,
but I’m not fine at all."

É, algo assim.


Imagem da internet... Interessante, é.

Escritos de uma noite de julho de 2012.


“Eu só queria sair daquele lugar, eu queria ir para bem longe de todos, de tudo... Mas simplesmente era impossível. Simplesmente impossível...
Então eu tive que ficar.
Ficar com a dor, com as mágoas, com as lembranças...
Tive que ficar e sorrir, e fingir que tudo estava bem.
Mas, droga, nada estava bem,
e eu gritava a todo tempo, mas era um grito silencioso, e ninguém se importava o bastante para ouvi-lo.
E ai eu não sabia mais o que fazer. E as lágrimas eram minha única companhia. E eram companheiras fiéis, nunca me deixaram só naqueles momentos em que eu não tinha ninguém. A solidão me fazia companhia, junto com as insistentes e fiéis lágrimas...
Aquilo apenas doía demais...”

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

08/01/2013




Por que?
Por que o tempo passa tão rápido?
Por que cada dia tenho que caminhar mais rápido em direção ao que tanto me assombra?
Por que cada minuto que passa tem que ser um passo a mais no caminho do resto da minha vida?
Por que o tempo não pode simplesmente tirar férias e parar de passar tão rápido?
Por que os dias simplesmente não podem durar mais?
Por que os minutos não podem durar horas?
Por que certos momentos não podem durar dias?
Por que uma noite corre, apressada, para logo acabar?
Por que um beijo simplesmente não pode durar tempo o suficiente pra não fazer tanta falta quando finalmente se acaba?
Por que?

Por que eu insisto em acreditar que não devo, que não posso, que não quero? Quando tudo o que eu quero e simplesmente querer... Querer sem ter que fingir que não quero...
Porque eu quero... Ah, eu quero.
Mas insisto em pensar que não posso, não devo e não quero querer...

Oh, doce garotinha estúpida. Oh, doce e inocente garota. Oh, doce e persuasiva menina. Oh, doce e destrutiva menininha... Oh, amargamente doce vida... Oh!
Isso faz sentido? Me diga, isso faz algum resquício de sentido? Por favor, me diga, isso faz alguma droga de sentido???...
Porque pra mim não faz.
Nem um pouco.

sábado, 5 de janeiro de 2013

Fins e começos


Alguém me disse que, em nossa cultura, somos preparados para decolar, não para aterrissar.
Faz sentido.
Subir na carreira é empolgante, se aposentar parece um tédio. Começar um namoro é uma delícia, ser feliz depois de anos de relação é mais complicado. A gente ama descobrir um livro ótimo, mas sente um buraco quando ele acaba. Gosta dos preparativos das festas, não quando estão varrendo o salão...


Mas fico pensando nessa nossa mania de dividir o mundo em dois.
Você prefere praia ou campo? É ansiosa ou tranquila?
Como se fôssemos simples como um formulário.
Como se não pudéssemos ouvir sertanejo na balada e, num momento mais introspectivo, curtir um jazz no carro.
Rivalidades que não precisam existir são criadas o tempo todo.
Tentativa de simplificar a vida, parece.


Talvez os fins sejam como nós: muito mais complexos do que uma opção entre A ou B.
E talvez eu não sentisse o mau humor e o vazio existencial se me lembrasse de que eles - os fins - estão colados nos começos.

Dividimos o mundo em dois para achar que o entendemos melhor.
Mas, no fundo, nós sabemos bem: não existe salão para varrer se não tiver havido uma festa antes.


De: Liliane Prata