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segunda-feira, 23 de setembro de 2013
Adoro ler-te, meu bem
(...) Não importa: penso em você e leio a sua vida. E amo cada página. E amo cada sopro; e assopro cada palavra até embaralhar cada letra e te encontrar, aqui, preso no silêncio da escrita. E assopro cada palavra até embaralhar cada letra e te perder, ali, livre nas algemas da imaginação...
É claro que nem todo amor é possível, mas ainda assim, quando abro um livro, pode ser um romance qualquer, penso em você e leio a sua vida. E ela passa pelas mãos e ela passa pelos meus olhos e ela passa pelos meus sonhos como uma vida passa pela eternidade.
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