Estava tudo como tinha imaginado. No plural, eu e você. Nós.
Rostos colados, lábios um ao outro, conhecendo cada parte da escultura humana, nossos corpos juntos numa incrível sintonia, cabelos enrolados, roupas jogadas ao chão pela rapidez de como as tiramos, a varanda aberta refletindo o sol da tarde e o quanto nossa química se fazia presente após ouvir um sonoro "Eu te amo!". Daí eu caí da cama e acordei daquele belo sonho.


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