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segunda-feira, 31 de março de 2014

Minhas loucuras.



Se pensei em você?
Pensei.
Pensei tanto, que pensei que não deveria pensar.
Então, parei.

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Ou, pelo menos, tentei.

quarta-feira, 26 de março de 2014

Tempo.




08/03/2014, às 00:41h.

Eu realmente estou com muita fome agora.
Mas vou escrever antes de matar a tal da fome. Porque sim.

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Eu espero que vocês estejam bem.
Mentira.
Na verdade, eu espero que muitos de vocês se explodam (:

[...]

(Ok, vamos começar de novo.)
Eu espero que vocês saibam
que já cicatrizou.
Eu espero que vocês saibam
que é só mais um motivo para rir.
Eu espero que vocês saibam
que eu não ligo.
Eu espero que vocês saibam
que quando eu resolvo me importar, é pra me deliciar com isso.
Mentira, de novo.
Na verdade, quando se trata de vocês, eu não espero nada.

[..]

(Ok, agora é o último recomeço. Porque eu estou com fome.)

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25/03/2014, às 23h.

Estou com fome. Então, provavelmente, este texto não ficará tão bom; porque é difícil juntar as palavras certas quando se está com fome.
Então, por que escrever agora?
Porque tenho algo a mais do que o estômago vazio: o coração também está.
[...]
Não vejo problema algum em admitir isso: me sinto mal por me sentir só.
Porém, expor um dos meus lados mais frágeis, assim, tão nua e cruamente, me deixa um pouco envergonhada.
Então, se você está lendo isto agora, sinta-se com um pedaço do meu coração nas mãos.
Não o maltrate, por favor.

[...]

É estranho o sentimento: nostalgia. É algo como querer certos momentos e pessoas de volta.
Entenda: nostalgia não é saudade.
Nostalgia não é querer a pessoa como ela é agora.
Nostalgia é querer a pessoa como ela era... é ter uma vontade incontrolável de pegar certo momento na mão, e não deixá-lo escapar...
Sinto-me nostálgica sobre alguns momentos e palavras que foram-me ditas / escritas a mais de cinco anos atrás...
Isso é uma merda.
[...]
Porque a gente nunca se contenta com o agora.
O "agora" nunca é bom o bastante.
E, quando o hoje passar, talvez iremos sentir falta dele, e culparemos a nós mesmos por não termos aproveitado o momento melhor.
"Carpe diem".
Ainda estou tentando descobrir como... um dia eu chego lá.
Acho que a fome está matando um pouco a nostalgia.
Melhor eu ir comer, antes que meu lanche (que chegou a poucos minutos) esfrie.
Já que não há um jeito prático para preencher o vazio do coração, deixa eu ir preencher o do estômago. 
:)





quarta-feira, 19 de março de 2014

Sou. Mas sou para poucos.



(...) "Gosto mesmo é de ser minha, me emprestar quando for seguro, com garantia de devolução sem danos.
No fundo queria é que me roubassem, sem manual, sem dor.
Sou muitas, sou muito. Sou intensa, mas não peso.
É só você saber como levar.
Sou verdade, sou de verdade, sou na verdade mais simples do que complicada.
Meio paradoxo, mas sou mulher, ser simples e ponto não é da minha natureza.


A questão é que sou; mas sou pra poucos também."



(Mais um texto aqui que não é de minha autoria... peço desculpas a você, meu / minha leitor (a), pela escassez dos meus textos nesses tempos. Mas logo surpresas (boas) virão, prometo!)

segunda-feira, 17 de março de 2014

Verdades ditas pelas palavras de outros...

Vazia, é como me sinto agora. Então fui procurar palavras para me preencher. Palavras de outras pessoas, já que as minhas insistem em não sair.
Viajando pelas palavras de uma das minhas inspirações, Tati Bernardi, achei algumas coisas interessantes. Achei justo compartilhar com vocês.
E também gostaria de agradecer a você que está lendo isso agora, especialmente se você já acessou este blog antes, pois você contribui para uma marca importante para mim: o blog passou dos 10 mil acessos. Obrigada.
E agora, com vocês, as palavras da incrível Tati:




"Não tem o que fazer, não tem o que dizer, não tem o que sentir. Sou uma ferida fechada. Sou uma hemorragia estancada. Tenho medo de deixar sair uma letra ou um som e, de repente, desmoronar."

-

"Eu não tenho medo de voar. Eu tenho medo de estar fechada num lugar e de ter escolhido estar fechada nesse lugar. Tenho medo porque meus pés sentem o chão mas ele é falso. (...)
A verdadeira angústia de voar é estar acima da nossa vida. Voar é tornar nossa rotina banal. "

-

"Pessoas que acham que podem me amar me ofendem. É sempre muito pouco o que elas podem e é sempre muito diferente do que deveria ser amor o que elas oferecem.
(...)
Eu seria mais feliz se eu não me achasse melhor do que a minha vizinha. Mas eu sou infinitamente melhor que ela. Eu e minhas crises de ansiedade somos seres solitários, arrogantes e multiplicados por megalomanias. São mil vezes cem anos de análise e nada. E eu continuo me achando melhor que o amor igual e idiota que se oferece por ai. Melhor do que os casais e seus dilemas de festas de finais de ano e seus sonhos de vestidos brancos e seus cachorros e sacadas de predinhos neoclássicos e planos médicos familiares. Chato, chato, chato.
(...)
Sou imatura, egocêntrica e debilmente iludida por uma auto-estima analgésica de efeito rebote. E dane-se. Um dia o meu amor verdadeiro chegará e será diferente de tudo isso e nós vamos chorar de emoção por ter valido a pena não sangrar até a morte nos insistentes e rotineiros momentos de angústia e nada e vazio e solidão e inconformismo."

-

"(...) Porque ter você seria muito menos do que ter você. Não te liguei mais, porque ouvir sua voz nunca mais será como ouvir a sua voz. Não te escrevo porque nada mais tem o tamanho do que eu quero dizer. Nenhum sentimento chega perto do sentimento. Nenhum ódio ou saudade ou desespero é do tamanho do que eu sinto e que não tem nome. Não sei o nome porque isso que eu sinto agora chegou antes de eu saber o que é. Acabou antes do verbo. Ficou tudo no passado antes de ser qualquer coisa."



Fontes:

quarta-feira, 12 de março de 2014

São Paulo.


Cadeia. Cemitério. Hospital. Castelo. Casinhas de madeira. Colchões. Carros. Árvores. Ponte. Lua. Vazio. Casas. Nuvens. 23. 3. Prédios. Luzes. Muro. Placas. Cinza. Branco. Vermelho. Amarelo. Shopping. Rodoviária. Ônibus. Sambódromo. Brilho. Abril. Desenhos. Painéis. Azul. Água.

sábado, 1 de março de 2014

Divagando...



"(...) porque no momento em que eu colocasse isso em palavras, se tornaria real. E no momento em que isso fosse um começo, teria um fim próximo."