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sexta-feira, 29 de julho de 2011

Ai, ai...

Ai, ai... Como evitar?
Ah, mas pra que evitar?
Concordo que seria mais fácil...
Mas perderia toda a graça se fosse fácil...


O difícil me intriga,
o mistério me seduz
e a busca pelos meus objetivos me fascina!


Se for fácil me enjoa, se for difícil me provoca e só me faz querer ainda mais.


Ai, ai, essa confusão de sentimentos...
Ai, ai, essa adolescência cheia de por quês...


#Desabafo

Na real?


Eu não sei o que eu estou sentindo,
então não me peça para definir meus sentimentos agora.
Eu não sei o que quero,
então não me pergunte qual é o meu maior desejo neste momento.
Eu não sei mais o que é certo e o que é errado,
então não venha me dizer no que eu devo ou não acreditar.


Aaah, como eu odeio esses milhões de sentimentos indefinidos que vagam dentro de mim...


Poxa hormônios, que tal vocês darem um tempo pra minha mente e o meu coração entrarem em harmonia e descobrirem o que eles realmente querem, sem a sua influência???



terça-feira, 26 de julho de 2011

Trecho de música ♫





Porque nada dura para sempre,

E nós dois sabemos que os corações podem mudar
E é difícil segurar uma vela
Na chuva fria de novembro.



Trecho da música November Rain, Guns N' Roses

domingo, 24 de julho de 2011

É isso ai!


...apenas vivendo a minha vida da melhor forma possível e fazendo o que eu acredito ser o certo. Ou o que me parecer certo no momento.


quarta-feira, 6 de julho de 2011

Eu renuncio...



Eu renuncio à poesia,
renuncio à música,
renuncio à arte,
renuncio toda forma de amor
que não seja ligada a você.
Eu renuncio à minha própria vida
pois não há sentido algum
se nela você não estiver.
*-*


P.S.: esse texto eu escrevi em uma lição da escola, ai gostei tanto que postei aqui pra vocês! *-*

terça-feira, 5 de julho de 2011

Eu, meu quarto e meu coração.

Acho que eu sou que nem o meu quarto. É uma tremenda confusão, uma total bagunça e todos os estranhos quando conhecem chegam até a se assustar. Mas é a minha confusão. A confusão que eu gosto e que eu entendo. Tanto meu quarto, quanto eu.


Uma confusão doida, da qual muitos falam, poucos conhecem ou se atreveram a tentar entender e que ninguém verdadeiramente decifrou. Meu quarto e meu coração.